
O mau tempo impediu que o presidente Lula fosse de helicóptero da Base Aérea de Canoas para o Instituto Federal do Rio Grande do Sul, onde visitaria o novo campus e assinaria contrato do novo terminal de celulose da CMPC no Porto de Rio Grande. Coube à ministra Esther Dweck assinar o documento.
Com a desistência, Lula decidiu esperar em um hotel, com aliados, a hora de ir ao Largo Glênio Peres para o comício da campanha à reeleição.
A ausência de Lula frustrou uma centena de apoiadores que o aguardavam no interior do IF e do lado de fora. Quando a notícia do cancelamento da agenda chegou, os simpatizantes começaram a deixar o local.
Havia uma estrutura preparada para receber Lula, com telão, dezenas de seguranças e um púlpito montado para o discurso. Aliados do presidente, como deputados e vereadores de Porto Alegre, também aguardavam a agenda e acabaram frustrados.
Sem o presidente, o evento seguiu com os ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.


