
Quando assumiu o segundo mandato, o governador Eduardo Leite decretou que a educação seria a sua prioridade número 1. Ampliou investimentos, criou programas, e liberou a secretária Raquel Teixeira das tarefas relacionadas a obras, para que se focasse na pedagogia. Os resultados apareceram na forma de um salto no Ideb divulgado nesta quarta-feira (5), ainda que os números do Brasil, como um todo, estejam distantes do ideal.
Os resultados poderiam ter sido melhores, não fossem as enchentes 2023 e 2024, que drenaram energia do governo. Em 2025, Leite chamou o ex-secretário da Fazenda Aod Cunha para participar de um grupo que funciona nos moldes do programa RS Seguro, na expectativa de melhorar os índices da educação como conseguiu reduzir os da criminalidade.
Ao receber os resultados do Ideb, o grupo envolvido no trabalho, comemorou. Porque o Estado conseguiu melhorar o desempenho nos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e, principalmente no Ensino Médio.
Nos anos iniciais, ficou em 13º lugar no ranking, com nota 6,3, a mesma do nono colocado. O Paraná é o primeiro com 7 e o Ceará o segundo, com 6,8. Nos anos finais, o Estado pulou para o 8º lugar, com média 5,4. O Paraná, novamente o primeiro, tem 5,9, o que mostra a proximidade entre os Estados.
O grande salto ocorreu no Ensino Médio, ainda que a nota 4,9 não seja motivo de comemoração sendo a escala de zero a 10. O Rio Grande do Sul passou para o quarto lugar, atrás do Paraná (5,1), do Piauí (5) e do Espírito Santo (os mesmos 4,9).




