
Com o histórico de ser o partido que mais elegeu mulheres nas últimas eleições, o PT gaúcho não tem a menor preocupação com o preenchimento da cota de 30% na nominata de candidatos a deputado estadual e federal. O presidente do partido, Valdeci Oliveira, garante que a presença de mulheres vai superar a cota de 30%.
As principais apostas, por óbvio, são as deputadas que já detêm mandato. Na Câmara, os nomes são os das deputadas Maria do Rosário e Denise Pessôa, além de Reginete Bispo (1ª suplente) e Laura Sito, deputada estadual que tentará uma cadeira em Brasília.
Na Assembleia Legislativa, o PT vai apostar em Stela Farias e Sofia Cavedon, naturalmente, mas lançará mais de uma dezena de candidatas conhecidas em suas regiões ou áreas de atuação. Entre elas, estão a vereadora Natasha Ferreira, de Porto Alegre, a ex-presidente do Cpers Helenir Schürer, as vereadoras Marina Bernardes e Eva Valéria Lorenzato, de Passo Fundo, a vereadora Marina Calegaro, de Santa Maria, a vereadora Maria Eunice, de Canoas, a suplente do senador Paulo Paim, Cleonice Back.
PSOL vai tentar ampliar a representação
Com bom desempenho no eleitorado feminino, o PSOL vai concentrar seus esforços na reeleição da deputada federal Fernanda Melchionna e da estadual Luciana Genro, além de tentar ampliar a presença de mulheres na Câmara e na Assembleia.
Serão candidatas à Câmara a vereadora Atena Roveda, de Porto Alegre, Mãe Viviane de Iansã, líder religiosa, e Ingra Costa e Silva, de Passo Fundo. Para a Assembleia as apostas são as vereadoras Karen Santos, de Porto Alegre, Fernanda Miranda, de Pelotas, e Alice Carvalho, de Santa Maria.



