
A bancada federal gaúcha acordou para o risco de o Rio Grande do Sul perder o maior investimento de sua história, o projeto de R$ 27 bilhões da CMPC, que prevê a construção de uma fábrica de celulose em Barra do Ribeiro. Em Brasília, a bancada federal iniciou a coleta de assinaturas de um documento favorável à iniciativa, que é alvo de ação civil pública do Ministério Público Federal.
A ação exige que a CMPC faça estudo e consulta específica a populações indígenas para obter a autorização para a sua nova fábrica de celulose no Rio Grande do Sul. O processo é contra a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), a União, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
O Projeto Natureza CMPC vai gerar 12 mil empregos durante as obras e 5 mil postos de trabalho após o início das operações.
O abaixo-assinado diz que o documento é “um gesto de união e compromisso com o futuro de nosso Estado, manifestando seu mais vigoroso apoio à implementação do Projeto Natureza, da CMPC, no município de Barra do Ribeiro”. A proposição ainda afirma que os parlamentares gaúchos estão “mobilizados e convictos de que a iniciativa é um passo decisivo para devolver ao nosso Estado o protagonismo econômico que ele merece”.
O apoio da bancada federal gaúcha soma-se às diversas manifestações favoráveis ao Projeto Natureza. Recentemente, entidades como Fiergs, Fecomércio, Farsul, Sinduscom, Associação Comercial de Porto Alegre, Fetransul, Acebra e Aprobio acenaram positivamente à iniciativa. Além da Câmara Municipal da Barra do Ribeiro e das comunidades indígenas situadas na área de influência direta.






