
Vitoriosa na reunião do Grupo Eleitoral de Trabalho do PT, que orientou o partido a apoiá-la no Rio Grande do Sul, Juliana Brizola disse à coluna que se seria uma honra ter Edegar Pretto como interlocutor nas negociações para a formação da aliança, pela representatividade dele e pela relação cortês que os dois sempre tiveram.
— Mas essa é uma questão interna do PT, que não cabe a mim decidir. O mais importante agora é deixarmos as diferenças de lado e focarmos no que realmente importa: servir ao povo gaúcho.
Coordenador da campanha de Juliana, o ex-deputado Vieira da Cunha também comemorou a decisão do PT:
— A orientação do Grupo de Trabalho Eleitoral do PT é bem clara. Entretanto, continuamos no aguardo da conclusão do processo de debate interno do PT, com suas especificidades e complexidade, sobre o que não nos cabe opinar.
Aliás
Seguindo a máxima de que o print é eterno, críticos da coligação começaram a resgatar posts antigos de Juliana nas redes sociais, com críticas ao presidente Lula e ao PT.
A maioria é de 2022, quando Ciro Gomes concorreu a presidente pelo PDT. A oposição agradece.


