
A volta às aulas nas escolas estaduais do Rio Grande do Sul, na semana passada, se deu em condições mais favoráveis do que nos anos anteriores. De acordo com dados do Sistema de Informatização da Educação, da Secretaria da Educação, 53,6% das salas de aula utilizadas pela rede contam com equipamentos de climatização, como ar-condicionado, aquecedores ou climatizadores.
Em 2022, apenas 19,4% das salas eram climatizadas. O índice se manteve abaixo de 20% até 2024, mas saltou para 52,6% em 2025 e alcançou 53,6% em 2026.
A Secretaria da Educação destaca que, desde o início do governo de Eduardo Leite, o número de salas climatizadas praticamente triplicou, consolidando uma política de ampliação da infraestrutura escolar voltada ao bem-estar e à permanência dos estudantes.
Na comparação com o restante do país, o Estado também se destaca. De acordo com o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, a média nacional de salas climatizadas é de 38,7%, índice inferior ao registrado no Rio Grande do Sul.
Para alcançar esse resultado, a Rede Estadual contou com a atuação integrada da Seduc e da Secretaria de Obras Públicas (SOP). Enquanto a Seduc é responsável pela gestão das demandas pedagógicas e pelo repasse de recursos de Agiliza pedagógicas e pelo repasse de recursos de Agiliza às escolas. A Secretaria de Obras faz a fiscalização técnica e executa reformas estruturais mais complexas, como a modernização das redes elétricas necessárias para suportar a carga dos novos equipamentos.
Para que as escolas possam ampliar a climatização, em muitos casos é preciso reformular a capacidade da rede elétrica.
Desde o início da atual gestão, em 2023, o governo investiu R$ 621,3 milhões em melhorias nas escolas estaduais, considerando trabalhos concluídos e em andamento gerenciados pela SOP. Desse total, R$ 203,1 milhões são de demandas entregues até o início de 2026 e R$ 418,2 milhões se referem às que estão em andamento.






