
Em meio à incerteza sobre o futuro, diante do risco de ampliação da debandada para o PSD, o novo partido do governador Eduardo Leite, o PSDB está tentando fazer da ex-governadora Yeda Crusius sua candidata ao Senado em 2026. Yeda se desfiliou em setembro de 2024, mas não optou por outro partido. Agora, em conversa com os líderes que remanescem no PSDB, admite concorrer e poderá até ser nomeada presidente estadual.
O mandato de Paula Mascarenhas terminou em 31 de outubro, mas foi prorrogado pela direção nacional até 30 de novembro, como ocorreu com os de todos os dirigentes estaduais. Em vez de realizar convenções para a escolha, a direção nacional vai indicar os presidentes nos Estados em todo o país. Serão eles, por sua vez, que escolherão os líderes municipais.
— Ela demonstrou o interesse de concorrer ao Senado se for em nome e em torno de um projeto maior de país. Também tem dito que tem só um partido, o PSDB. Que está desfiliada no momento, mas que não irá para outro, e se voltar a se filiar, será no PSDB — conta Leonardo Martins, presidente nacional do PSDB Agro.
Paula Mascarenhas confirma que tem conversado com Yeda e que a ex-governadora está esperando para ver o que vai acontecer com o PSDB.






