
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
A Unisinos realizou, nos campi de São Leopoldo e Porto Alegre, o hasteamento de bandeiras LGBTQIAPN+ como forma de reafirmar o compromisso institucional com o respeito à diversidade, à inclusão e à promoção dos direitos humanos. A ação integra as iniciativas desenvolvidas pela Universidade em alusão ao Mês do Orgulho, celebrado internacionalmente em junho.
Como parte da programação, a Unisinos promove, na quinta-feira (25), no campus São Leopoldo, o evento Orgulho de Ser, Pertencer e Transformar: Vivências LGBTQIAPN+ na Universidade: conquistas e desafios. A atividade é aberta ao público e propõe um espaço de reflexão sobre os avanços, experiências e desafios relacionados à diversidade no ambiente universitário. Para saber mais e se inscrever, clique aqui.
Outra ações
A iniciativa se conecta diretamente aos valores da Unisinos. A instituição busca promover a formação integral do ser humano e o respeito à dignidade em todas as suas dimensões. Nesse sentido, o reconhecimento da diversidade e o combate a qualquer forma de preconceito fazem parte do compromisso do ecossistema acadêmico com a justiça social, a cidadania e os direitos humanos.
A Universidade desenvolve, de forma contínua, projetos voltados à promoção do respeito à diversidade de gênero e à orientação sexual, o que inclui espaços de diálogo, atividades acadêmicas, pesquisas e projetos de extensão. Além disso, busca fortalecer políticas institucionais que contribuam para o acolhimento às diferenças e para a prevenção de situações de discriminação e violência.
A mobilização reflete o trabalho do Unidiversidade, coletivo LGBTQIAPN+ da Unisinos formado por voluntários da comunidade acadêmica — entre professores, funcionários e estudantes de diferentes níveis e modalidades de ensino. O grupo realiza encontros mensais, promove ações de letramento e integra o Comitê de Diversidade e Inclusão da Universidade, vinculado à Reitoria. As bandeiras hasteadas nos campi foram viabilizadas a partir de uma articulação do próprio coletivo.


