
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou do Fórum da Liberdade, na PUCRS, nesta sexta-feira (10). Antes do Painel dos Presidenciáveis, falou rapidamente com a imprensa.
Flávio afirmou que não vê a polarização entre candidatos de direita — Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Aldo Rebelo (DC) — como um problema para o pleito eleitoral neste momento. Segundo ele, o grande problema é o atual presidente e pré-candidato, Luiz Inácio Lula da Silva.
— Acho que todos são nomes que têm um alinhamento de centro-direita. Eu acho que o debate é importante, ainda mais num espaço como esse. Acho que quem tem problema não é a direita; quem tem problema é a esquerda, que só tem um candidato, e horroroso. É uma mercadoria vencida, um produto fadigado, que é o Lula. E não tem absolutamente ninguém que possa substituí-lo. Então, aqui do nosso lado, eu fico bem confortável. Em função da covardia que o presidente Bolsonaro sofreu, a grande farsa que foi montada para deixá-lo fora do jogo político, ele me deu essa missão. Eu espero e peço a Deus todo dia para me dar sabedoria e força para cumpri-la bem — disse.
Questionado sobre a viabilidade de uma "frente ampla" entre candidatos de direita, o senador acredita que isso possa ocorrer em um futuro próximo.
— Acho que isso vai acontecer de forma natural, seja em um primeiro momento, seja na eleição, se houver um segundo turno. Há uma convergência de todos para que o Brasil volte a prosperar. O primeiro passo é tirar o PT do governo. Acho que esse é o alinhamento principal que une a todos nós.


