
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
A escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos econômicos, com reflexos imediatos no setor energético, foi abordado por representantes de países da União Europeia (UE), durante o 11º Encontro de Embaixadores na Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), realizado nesta terça-feira (24).
A coluna questionou os diplomatas sobre como a instabilidade no Oriente Médio afeta a efetividade do acordo entre Mercosul e UE, que entra em vigor em 1º de maio.
— Vamos nos ver afetados, fundamentalmente, com a crise energética que vem. Os preços vão subir, não sabemos até onde, e isso, sem dúvida, vai afetar todas as economias do mundo. Mas não vai afetar diretamente o acordo, vamos continuar com intercâmbios comerciais. Se for afetado, (é) porque os preços vão subir: o custo da gasolina, da energia, da inflação... Mas o acordo vai seguir — afirmou Juan José Escobar Stemmann, ministro-conselheiro da Embaixada da Espanha.






