
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira (22) o Conselho da Paz. O grupo tem como objetivo analisar cenários para o futuro da Faixa de Gaza e contará com um comitê tecnocrata para administrar provisoriamente o território, além de um "conselho executivo" com papel consultivo.
O lançamento ocorreu durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Até o momento, Trump convidou 60 autoridades de diversos países para integrarem o conselho. Entre os convidados está o presidente Lula, que ainda não respondeu ao convite formal.
Países que já aceitaram o convite
De acordo com apuração da CNN, Reuters e agências de notícias internacionais, 23 países já confirmaram participação:
- Arábia Saudita
- Argentina
- Armênia
- Azerbaijão
- Bahrein
- Belarus
- Bulgária
- Catar
- Cazaquistão
- Egito
- Emirados Árabes Unidos
- Hungria
- Indonésia
- Israel
- Jordânia
- Kosovo
- Marrocos
- Mongólia
- Paquistão
- Paraguai
- Turquia
- Uzbequistão
- Vietnã
Além do Brasil, outras nações como Reino Unido, China, Croácia, Alemanha, Itália, Rússia, Singapura e Ucrânia ainda não enviaram uma resposta oficial.
Liderança e Composição
O grupo será presidido por Trump, auxiliado pelo Secretário de Estado, Marco Rubio, e pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair — ambos anunciados na última sexta-feira (16) como membros fundadores.
A composição estratégica também inclui:
- Steve Witkoff: Enviado especial dos EUA para o Oriente Médio;
- Jared Kushner: Genro de Trump e consultor;
- Robert Gabriel: Colaborador do Conselho de Segurança Nacional;
- Marc Rowan: Magnata das finanças;
- Ajay Banga: Presidente do Banco Mundial;
- Nickolay Mladenov: Diplomata búlgaro que atuará como Alto Representante para Gaza




