
Sempre atento, o fotógrafo Ronald Mendes, de Santa Maria, enviou à coluna um registro das obras do Memorial da Kiss, que foram retomadas em janeiro, depois ficarem paralisadas por quase um ano para adequações no projeto.

Na imagem, é possível observar, no canto esquerdo, a construção de uma das faces do chamado "corredor enclausurado", um túnel sob o prédio do memorial que servirá como segunda saída de emergência.
À coluna, o presidente da Associação de Vítimas da Kiss (AVTSM), Flavio Silva, contou que o memorial contará com um auditório para 110 pessoas, que a entidade pretende alugar para custear a manutenção do prédio. Dessa forma, por questões de segurança, são exigidas duas saídas de emergência — ambas desembocarão na Rua dos Andradas.

— Quem estiver no fundo do memorial, no momento em que entrar no túnel já estará em local seguro. Será tudo fechado com concreto, com iluminação própria e ventilação mecânica. Entrou no túnel, está fora de perigo. Vai sair na calçada, fora do prédio. É uma garantia de que, ao frequentarem o memorial, estarão em um local totalmente seguro, coisa que nossos filhos não tiveram, segurança dentro da boate Kiss. Temos de dar exemplo em prevenção — diz Flávio.
A nova previsão para término das obras é final de junho. O custo total será de R$ 5,9 milhões.



