
A prefeitura de Porto Alegre realizará, na próxima quarta-feira (28), as audiências públicas sobre uma das obras mais desafiadoras que a cidade terá pela frente: a recuperação do Arroio Dilúvio e a revitalização da Avenida Ipiranga.
Os detalhes da modelagem da operação que irá viabilizar a construção serão explicados, neste encontro, à população. Os estudos estimam um custo total de R$ 1,6 bilhão.
Em debate na audiência pública estará a chamada Operação Urbana Consorciada (OUC), antes que o projeto de lei seja encaminhado à Câmara Municipal. Este é um instrumento urbanístico que viabiliza parcerias público-privadas.

As audiências ocorrerão de forma presencial, no auditório do Centro de Monitoramento e Contingência Climática, sede da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus), em Porto Alegre. Também haverá transmissão pelo YouTube.
Serão dois momentos. A partir das 8h30min, serão apresentados os estudos urbanísticos, sociais, econômico, jurídicos, ambientais e de mobilidade, que fundamental a proposta, além da minuta do Projeto de Lei que institui a OUC. A partir das 14h, o debate será dedicado à análise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima).
A prefeitura prevê a revitalização do Dilúvio em quatro áreas, a começar pela foz do Guaíba até a Avenida João Pessoa. Na sequência, da João Pessoa até a Barão do Amazonas, depois até a Cristiano Fisher e, então, até a Antônio de Carvalho. As obras devem começar em 2028.





