
No novo mapa político da América do Sul a partir da eleição de José Antonio Kast no Chile, a direita está à esquerda. E a esquerda, à direita. Esse é, claro, apenas um recorte visual, tomando o Brasil (Lula), o Uruguai (Yamandú Orsi) e a Colômbia (Gustavo Petro) como uma linha diagonal de fronteira ideológica.
O mapa de 2025 é bem diferente do desenho de cinco anos atrás, que apresentava um mosaico de azul (direita) e vermelho (esquerda), sendo o Peru um país governado pelo centro (amarelo). Naquele ano, eram governados pela direita Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai e Colômbia, países nos quais a esquerda viraria o jogo a partir das eleições seguintes. Em 2015, a direita, que com Kast passará a governar em seis países - equilibrando a balança a partir de 2026 -, era poder apenas em quatro nações: Argentina, Paraguai, Colômbia e Guiana.



