
O pavilhão de cada país na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) é a expressão de seu soft power. Cada um busca se mostrar como um país que respeita o meio ambiente, luta para conter as mudanças climáticas e está a favor de uma transição energética justa.
O pavilhão do Brasil, do ponto de vista arquitetônico, repete a estética da COP29, de Baku. A China tem um grande espaço, correspondente ao tamanho de sua delegação (300 pessoas). Arábia Saudita, que há décadas vem boicotando o regime do clima, também tem amplo espaço.
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Pavilhões menores como o da Austrália e da Alemanha mostram que, em geral, tamanho não necessariamente espelha o tamanho do esforço por um mundo mais sustentável.










































































