
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu o tradicional "perdão" a dois perus na Casa Branca nesta terça-feira (25). A cerimônia acontece dois dias antes do Dia de Ação de Graças, quando milhares de famílias americanas preparam a ave para a celebração.
A tradição americana consiste em poupar os animais do sacrifício na comemoração, que é tão importante quanto o Natal nos EUA.
Em 2025, os perus perdoados foram "Gobble", o peru oficial da Casa Branca, e "Waddie", o reserva. Pesando, respectivamente, 23,5 kg e 22,7 kg, eles passaram uma noite de luxo em um hotel em Washington antes de seguirem para a Casa Branca. As aves voltarão, após o evento, ao Departamento de Avicultura Prestage da Universidade Estadual da Carolina do Norte.
Segundo Trump, os dois animais receberam “um perdão presidencial completo, absoluto e incondicional”. No ato, Gobble chegou a gluglutear durante o discurso do republicano.
Não há uma data exata para o primeiro perdão a um peru foi concedido. Há histórias de que o presidente Abraham Lincoln, em 1863, perdoou uma ave a pedido de seu filho Tad. Outros registros apontam que o início da tradição remonta à presidência de Harry Truman, em 1947, mas o rito documentado foi iniciado em 1963 pelo então presidente John F. Kennedy.
Oficialmente, a tradição começou em 1989 na Casa Branca, quando o então presidente George H.W. Bush concedeu o primeiro perdão presidencial oficial.




