
Gaúcha de Encruzilhada do Sul, Vitória Oliveira Rodrigues, 25 anos, é uma tripulantes do Rainbow Warrior, o navio do Greenpeace que está atracado para a COP30, em Belém. Ela deixou o Rio Grande do Sul para estudar Relações Internacionais em João Pessoa. O desejo de ser voluntária fez com que ela embarcasse em Curaçao, em outubro, para a aventura de viajar na embarcação de uma das mais conhecidas organizações ambientais do planeta.
A experiência tem prazo para expirar: três meses no máximo. Depois de Belém, ela seguirá com a embarcação até à África do Sul, e já pensa articular uma maneira de seguir no grupo depois do período a bordo, onde atua como “marinheira de convés”, fazendo manutenção e limpeza.
— Antes, pensava em trabalhar no escritório da organização. Agora, quero viajar pelo mundo — conta.
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Vitória cresceu em fazenda: o pai trabalha com gado e venda de gado. Essa vivência rural reforçou sua conexão com a natureza e questões ambientais e sociais desde a infância, influenciando sua participação em movimentos estudantis e sociais na escola.
— É importante sediar a COP no Brasil, por abrigar a Amazônia. A presença de representantes internacionais permite ver de perto os impactos das mudanças climáticas na floresta. Muitos países não dão a devida atenção; trazer a COP à Amazônia foi uma decisão para sensibilização — diz.













































































