
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
A janela que serviu de acesso para os ladrões entrarem no Museu do Louvre, durante o roubo de oito joias em um crime cinematográfico no último fim de semana, virou ponto turístico em Paris.
O gaúcho Alessandro Castro está na capital francesa e passou pelo local, tanto na terça-feira (21), quando o Museu ainda estava fechado, quanto nesta quarta-feira (22), dia em que o local já havia sido reaberto.
Castro contou à coluna que o local em frente à janela reuniu centenas de pessoas:
— O que deu para observar? As pessoas indo lá tirar foto, fazer vídeo dessa janela. Colocaram um remendo "à lá brasileira", para tapar o buraco, mas essa ala está fechada, porque ainda há o trabalho de perícia a ser feito, mas, hoje (quarta-feira, 22), o Louvre estava aberto e havia movimento de entrada, aparentemente um pouco menor do que o normal.

Como ocorreu o crime
Em uma ação rápida e planejada no domingo, ladrões invadiram o museu e roubaram oito peças da Galeria de Apolo, espaço que abriga parte das joias da coroa francesa.
As joias têm um valor estimado de € 88 milhões, o equivalente a cerca de R$ 550,2 milhões.
O museu reabriu as portas nesta quarta-feira (22) depois de permanecer três dias fechado. A sala invadida pelos criminosos – a Galeria de Apolo – continua com acesso proibido ao público.






