
O jornalista Vitor Netto colabora com o colunista Rodrigo Lopes, titular deste espaço.
Uma série de líderes mundiais enviou mensagens de apoio ao presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, no Dia da Independência da Ucrânia, comemorado neste domingo (24). Este é o 34º aniversário da data, celebrado em meio a possíveis negociações com a Rússia para o fim do conflito que já dura mais de três anos.
O líder de Kiev divulgou uma sequência de cartas em seu perfil no X. Entre os representantes que enviaram mensagens, o papa Leão XIV afirmou:
"Desejo assegurar-vos a minha oração pelo povo da Ucrânia que sofre por causa da guerra, especialmente por todos os feridos no corpo, por aqueles enlutados pela morte de um ente querido e por aqueles privados das suas casas."
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recentemente se encontrou com líderes europeus e com o próprio ucraniano em busca de consenso para o fim da guerra, declarou:
"Agora é o momento de acabar com a matança sem sentido. Os Estados Unidos apoiam uma solução negociada que leve a uma paz duradoura, que acabe com o derramamento de sangue e proteja a soberania e a dignidade da Ucrânia."
O rei Charles III destacou sua admiração pelo povo ucraniano:
“Continuo sentindo a maior e mais profunda admiração pela coragem e espírito inabaláveis do povo ucraniano e mantenho a esperança de que nossos países consigam trabalhar juntos para alcançar uma paz justa e duradoura na Ucrânia.”
O presidente da França, Emmanuel Macron, que esteve reunido com Trump e Zelensky na última semana, também enviou uma longa carta ao líder ucraniano, dizendo:
"A França também está ao lado da Ucrânia na preparação para o futuro. Tenho orgulho do papel decisivo desempenhado pela França."
Outros líderes que enviaram mensagens foram:
- presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan;
- presidente da China, Xi Jinping;
- presidente da Finlândia, Alexander Stubb;
- presidente da Espanha, Pedro Sánchez;
- presidente da Suíça, Karin Keller-Sutter;
- presidente da Áustria, Alexander Van der Bellen;
- chanceler da Alemanha, Friedrich Merz;
- presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen;
- presidente do Conselho Europeu, António Costa;
- rei dos Países Baixos, Willem-Alexander;
- rei da Espanha, o rei Felipe VI;
- primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer;
- primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney;
- o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte;
- entre outros nomes.


