
A grande verdade é que o jogo não teve nem graça, nem emoção. E nem precisava ter mesmo. Era pra ser uma partida tranquila para nós e realmente foi. Braithwaite abriu o placar cedo, de pênalti, e o jogo virou totalmente protocolar. Se já era difícil o Confiança dar algum tipo de trabalho com os dois gols de vantagem conquistados na Arena, depois do gol logo no início ficou praticamente impossível.
Luís Castro deu uma mexida na equipe, mas ainda assim com vários titulares. Apenas Carlos Vinícius e Pedrinho foram poupados. A zaga, por exemplo, foi composta por Gustavo Martins e Viery. O carioca saiu de campo meio tonto ainda no primeiro tempo e me deixou bastante preocupada. Tomara que não seja nada.
Na segunda etapa, o treinador mudou ainda mais no time, colocando Willian, Tetê e Kannemann, seguido de Marcos Rocha logo na sequência. Braithwaite fez mais um, em um cruzamento de Willian. Anotou mais um na conta e isso é extremamente importante pra um jogador que ficou tanto tempo parado por lesão.
Eu gosto do dinamarquês, acho ele importante pro grupo e esses gols dão confiança. Willian fechou a comanda em mais um gol de pênalti e aí foi só esperar o tempo passar mesmo.
Foi longe de ser um jogo brilhante do Grêmio, mas fez o que tinha que ser feito, sem passar trabalho. O segundo objetivo da temporada foi cumprido, que era passar para as oitavas da Copa do Brasil. Agora é avançar também na Sul-Americana e sair de uma vez da parte debaixo da tabela do Brasileirão.



