
Eram 35 minutos do primeiro tempo quando meu celular foi invadido por um recado de Airton Marcondes, um gremista fanático que sofre com seu clube. Dizia ele que está dando nojo de ver o Grêmio jogar. Essa foi a reação do torcedor.
O primeiro tempo foi muito ruim. O Grêmio nunca chegou perto do gol do Atlético-MG. Na segunda etapa, pareceu mais interessado, mas houve um desmanche da marcação no meio-campo e aí veio a goleada: 3 a 0, mas poderia ter sido mais.
É difícil avaliar o time gremista. Depois de duas vitórias, o fiasco. O desempenho fora de casa é de apenas 12%. São quatro empates e sete derrotas. São filmes de terror na vida dos torcedores gremistas, em uma campanha com enorme chance de rebaixamento.
Parecia que, depois de duas vitórias, o time evoluiria. O próximo jogo será contra o Bragantino. Deve perder, pelo que tem jogado fora da Arena. E a direção entende que o trabalho do treinador tem qualidade.
Ninguém vê os treinamentos, que devem ser interessantes, mas todos assistem aos jogos. Contra o Galo, até Weverton, o grande goleiro, falhou em dois gols.
O time tem atletas com pouca qualidade. Sendo assim, precisa do treinador, que repete quase sempre os mesmos erros e faz do Grêmio um grande candidato ao rebaixamento.
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