
Ser eliminado pelo Fluminense pode ser considerado normal. Mais normal ser eliminado pelo Flamengo na Copa Libertadores. Dá para entender também a normalidade de perder para o Cruzeiro no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. O que não se pode admitir é o desempenho.
O Inter não joga mais nada. Não passa de um chute a gol por partida. Tem um jogador atacante titular que fez um gol no ano, contra o modesto Maracanã, e ele é sempre escolhido pelo treinador para começar a partida. Existe uma crise técnica difícil de compreender. Como um time que fez grandes investimentos pode ter um desempenho tão pobre?
Roger dá a entender que nada mais consegue com o time. A direção não reage. Ninguém bota a cara para bater. Não se ouve um discurso qualquer dizendo que o time precisa jogar mais. Os jogadores parecem não serem contados. D'Alessandro, que seria o motivador, está sumido. O Inter não tem motivação para nada. O prazo para Roger está no final.
Ou muda ou está fora. Os colorados passam, outra vez, a correr riscos indesejáveis no campeonato. Começo a temer pelo futuro do Internacional. Alguma voz marcante precisa surgir. Este time não joga mais nada. Chuta somente uma bola em gol. O Inter está vivendo uma calamidade esportiva. Precisa mudar.
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