
O jogo desta noite de terça-feira (20), contra o CSA, se mostra como uma encruzilhada para o Grêmio. Precisa ganhar por diferença de dois gols ou por um gol e ir para a incerteza dos pênaltis.
Ganhando aumenta a autoestima, ganha tranquilidade que anda perdida, ganha doses importantes de certeza da qualidade dos seu jogadores. No entanto, continua em três competições, com o maluco calendário que se meteram os grandes clubes brasileiros. Se for eliminado, terá tempo para descansar os jogadores, para realizar treinamentos e melhorar a qualidade do futebol.
Claro que o aspecto psicológico fica comprometido. Cheguei a dizer no Sala de Redação que torceria pela eliminação do Grêmio, contrariando meu histórico profissional de 52 anos de sempre torcer para os clubes gaúchos. Fui duramente repreendido por meus colegas de mesa que querem a vitória do Tricolor. Mas é certo que existem estas vantagens e as desvantagens seja qual for o resultado.
Sorte gremista
Não sei por que razão o negócio envolvendo a saída de Grando do Grêmio para o Palmeiras acabou não saindo. Mas seja qual for o motivo, sorte do Grêmio. Estava perdendo um profissional competente, hoje mais amadurecido no seu trabalho do que antes que começou, e que só perdeu a posição para Volpi no carteiraço.
Muita gente pede que ele seja titular. O terceiro goleiro é Jorge, jogador vindo do Pelotas e que não tem grandeza para ser goleiro do Grêmio. Grando é o melhor goleiro que o clube tem e precisa jogar. As atuações de Volpi têm sido comprometedoras.
Espero que a direção renove o contrato de Grando e que Mano Menezes o coloque no time. Sorte do Grêmio que o negócio não aconteceu.
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