O espancamento do professor de balé Cléber Veiga, investigado pela Polícia Civil como um ataque de motivação homofóbica, ajuda a entender por que crimes de ódio são tão devastadores. Num assalto, querem arrancar o que é seu. Num crime de ódio, querem arrancar o direito de alguém existir. E essa violência não acaba quando as agressões terminam.
Assista, acima, ao meu comentário no programa Timeline, da Rádio Gaúcha.


