Depois da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, arremessada sem corda em um salto de rope jump, uma legião de imbecis decidiu transformar seu cadáver em objeto de chacota. Há uma reflexão necessária aqui: num momento em que tantos homens se mobilizam para rejeitar o rótulo de machistas e denunciar generalizações injustas, por que tão poucos se mobilizam para confrontar esse tipo de idiota? Quem reclama da generalização deveria ser o primeiro a combater quem a alimenta, certo?
Assista, acima, ao meu comentário no programa Timeline, da Rádio Gaúcha.



