
Rodrigo Caio foi contratado, a pedido de Filipe Luís, pela sua liderança, pelo seu estudo (licença B da CBF) e por seu entendimento de dentro de campo. O ex-zagueiro assumiu a função de orientar as bolas paradas do time, ofensivas e defensivas, estudando os adversários para encontrar os pontos fortes e fracos.
A contratação fez efeito. Em 2025, a bola parada originou 28% dos gols do Flamengo, número maior que das duas temporadas anteriores. Essa arma apareceu várias vezes em jogos decisivos, inclusive na final da Libertadores e na semifinal do Mundial.
Deixo minha sugestão para o Inter: um profissional de alto nível, que coopera em diversos fatores, mas que é especialista em uma fase de jogo que precisa melhorar muito por aqui.
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