
O Grêmio de Luís Castro pulverizou o pequeno patrimônio construído na classificação às semifinais da Copa do Brasil contra o principal rival. Duas derrotas no Brasileirão reaproximaram o Grêmio do Z-4.
A coletiva pós-jogo foi de um treinador sitiado. Primeiro, pelos maus resultados que se repetem. Segundo, pelas inevitáveis perguntas duras que ouviria depois da derrota de virada.
Pareceu sem força já antes da partida, quando antecipou desculpas por uma eventual derrota que se confirmaria a seguir.
Na torcida, eram 35 mil pessoas na Arena, que se sentiram desoladas diante do que viram. Reagiram com vaias fortes e depois clamaram pelo super-herói Renato Portaluppi.
Ninguém da direção apareceu para sustentar Luís Castro.
A fronteira óbvia está posta pela tabela. Botafogo no Rio, Palmeiras na Arena. Depois, 15 dias à disposição de um novo treinador se o presidente Odorico Roman decidir seguir esta trilha.
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