
Ancelotti e Vini Jr. deram boas entrevistas antes da estreia. Foram sensatos e realistas. Longe do vira-lata que acha que o Brasil veio figurar na Copa e longe do Pacheco de quem acha que basta ser brasileiro para ganhar de todo mundo. Há muita zona cinza entre o preto e o branco.
O lógico é o Brasil ser primeiro do grupo e, supostamente, escapar de França e Espanha até a final. Também é lógico entrar como desafiante contra pelo menos quatro seleções – as duas já citadas, além de Argentina e Portugal. Em pé de igualdade com Portugal, Alemanha e Holanda. Favorito contra Marrocos. Momento. Vida real.
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