
Ao sair do Beira-Rio, dois colorados que pediram para tirar foto me fizeram o mesmo apelo: “Não deixa de dizer que o ano foi horroroso, não deixa esquecerem 2025”.
Respondi que era meu dever de jornalista dizer que a permanência do Inter na Primeira Divisão não apagava o desastre que foi esta temporada na gestão do futebol. Mais do que isso; se os dirigentes do Inter decidirem esquecer 2025, talvez repitam em 2026.
A primeira providência seria manter Abel Braga no futebol, agora como dirigente. Seria uma espécie de salvo-conduto para um novo ano com menos erros de avaliação e de ação.
Seria de Abel a atribuição de encontrar um novo técnico. D’Alessandro entraria como seu homem de confiança. E o elenco teria que passar por uma implacável revisão.
O apoio e a união pedidos por Alessandro Barcelos dependerão do quanto de poder ele estiver disposto a entregar para quem vier caminhar com ele. Não havendo esta partilha, seu pronunciamento depois do 3 a 1 sobre o Bragantino terá a feição de um conjunto vazio.
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