
Nova decepção com discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio, fez o preço do petróleo subir nesta segunda-feira (6). A cotação do barril do tipo brent, referência global, estava abaixo da barreira psicológica de US$ 110 até a manifestação. Logo em seguida, passou desse patamar e ficou oscilando acima e abaixo. Às 17h, estava cotado a US$ 109,30.
Nos Estados Unidos, as bolsas que haviam aberto em baixa mudaram de sinal, mas se se distanciar muito do zero. No Brasil, o dólar variou 0,25% para baixo, a R$ 5,146, enquanto a bolsa ficou praticamente estável, com oscilação de 0,06% para cima, a 188,1 mil pontos.
Também ficaram no radar do mercado as medidas que o governo brasileiro prepara para atenuar o impacto da guerra nos combustíveis no mercado interno. Além da medida provisória que vai aumentar a subvenção para os importadores de óleo diesel, a isenção de impostos federais para as companhias de aviação entrou no radar. O anúncio, curiosamente, começou antes do fechamento do mercado, mas não alterou nem intensidade nem os sinais dos movimentos.
O aumento do petróleo fez, de novo, o preço das ações da Petrobras subirem por volta de 1%, mesmo com o desgaste provocado com a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende anular o leilão de gás de cozinha que teve ágio de até 118%. O mercado avalia se a intervenção presidencial ainda está dentro do esperado ou se há risco de excessos.




