
Anfitrião do almoço de abertura do Fórum da Liberdade, o diretor-geral de celulose da CMPC no Brasil, Antônio Lacerda, falou sobre os obstáculos que o investimento de R$ 27 bilhões no RS está enfrentando. Usou como gancho uma frase do manifesto da edição deste ano, que afirma que o Brasil tem jeito, mas não pode ter "jeitinho":
— Não queremos atalho, nem jeitinho.
Segundo Lacerda, quando ocorre algo desse tipo, os efeitos não impactam apenas um projeto, mas todo o RS.
— O que está em jogo agora não é apenas um investimento. É a capacidade de o Estado crescer com sustentabilidade.
O executivo afirmou que o Projeto Natureza vai gerar 5 mil empregos com compromisso social e ambiental e tem como princípio cumprir regras respeitar a legislação.
— Projetos dessa magnitude não pedem exceções. É preciso garantir as regras que sejam aplicadas com equilíbrio, sem ideologia e sem politicagem.
Lacerda concluiu dizendo não lembrar da última vez que precisou ler discurso, mas o fez para que suas palavras não fossem mal interpretadas. Mas afirmou que tomou essa decisão com "tristeza e indignação".





