
Mesmo com forte incerteza nos Estados Unidos, com anúncio de tarifa global de 15%, mas cobrança efetiva de 10%, além do risco de ressarcimento dos pagamentos feitos no período anterior, o mercado financeiro no Brasil segue em dias de quase euforia. O dólar recuou mais 0,20% nesta terça-feira (24), para R$ 5,155, menor valor desde maio de 2024.
E depois da queda na véspera, a bolsa confirmou mais uma quebra de recorde nominal. Com alta de 1,4%, para 191,495 mil pontos. Voltou a se aproximar da máxima histórica real, de 195,2 mil pontos. Se os EUA estão cada vez mais inseguros, investidores reforçam suas apostas em países emergentes, como o Brasil.
E também apesar da incerteza crescente, o ouro teve queda de 0,9%, conforme informações de mercado por realização de lucros. A onça-troy (cerca de 31 gramas) fechou em US$ 5.176.
Mesmo sem nova alta no petróleo, que recuou 0,6%, sem perder o patamar de US$ 71 por barril (US$ 71,03), as ações da Petrobras tiveram altas de até 2%, ajudando a construir o novo recorde nominal na bolsa.




