
Mais uma onda de investimento estrangeiro fez a bolsa de valores no Brasil renovar o recorde nominal, com alta de 1,58%, para 185,6 mil pontos. A máxima do dia bateu em 187 mil pontos, mas ao longo da sessão a subida foi moderada. Só em janeiro, a entrada de capital externo na B3 superou todo o saldo líquido positivo acumulado durante os 12 meses de 2025. E ainda sobrou apetite.
O dólar recuou 0,15%, para R$ 5,25, mesmo com a inquietação no mercado financeiro com a indicação do atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, para a diretoria de mesmo nome no Banco Central (BC).
E ainda que a ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, publicada nesta terça-feira (3), não tenha trazido muitas novidades, permitiu a especulação de que o BC não fechou a porta para um corte de 0,5 ponto percentual. Essa interpretação também animou o mercado.
Depois do tombo de 11% na última sexta-feira (30), seguido por nova queda na segunda (2), o ouro recuperou o modo aposta na proteção nesta terça-feira, com alta de 6%, para US$ 4,9 mil por onça-troy.
E após despencar na véspera, o barril de petróleo também retomou alta, bastante mais moderada, de 1%, ainda na faixa de US$ 66 para os contratos futuros mais próximos.
*Colaborou João Pedro Cecchini


