
Se a bolsa ficou a um triz de bater recorde na véspera, nesta quarta-feira (11) passou com folga a última máxima nominal. O principal índice da B3, o Ibovespa, subiu 2% e fechou em 189,6 mil pontos. Durante a sessão, chegou a 190,5 mil pontos pela primeira vez na história, mas se moderou na reta final. Agora, está a apenas 5 mil pontos do recorde real, corrigido pela inflação.
Mesmo com oscilação de apenas 0,18% para baixo, a R$ 5,187, o dólar retomou o menor valor desde maio de 2024. A forte entrada de investidores estrangeiros voltou a turbinar ativos brasileiros.
O último dado disponível da B3 mostrou que aportes de capital externo somaram R$ 4,2 bilhões em fevereiro até o dia 9. O acumulado de janeiro, de R$ 26,3 bilhões, superou o saldo registrado ao longo de todo 2025, de R$ 25,4 bilhões.
Esse movimentação na bolsa de valores ajudou o real a se sustentar frente ao dólar. Dados mais fortes de emprego nos EUA publicados nesta quarta-feira poderiam valorizar a moeda americana por ter potencial de significar afrouxamento menor no juro americano, mas o fluxo estrangeiro na bolsa favoreceu o real.
Na estreia na bolsa de valores de Nova York (Nyse), as ações do Agibank, banco fundado pelo gaúcho Marciano Testa, caíram cerca de 10%. A instituição levantou US$ 276 milhões na sua oferta pública inicial (IPO na sigla em inglês).
*Colaborou João Pedro Cecchini






