
Depois de dois dias de queda, que levaram o preço do petróleo a nível crítico – abaixo de US$ 60 –, nesta quinta-feira (8) a cotação voltou a subir 3%, quase o dobro da alta no primeiro dia útil depois da invasão à Venezuela, que tem a maior reserva do planeta. O principal motivo foi a preocupação com o abastecimento de países como Rússia, Iraque e Irã, diante da apreensão de um petroleiro de bandeira russa e sinais de que os EUA vão controlar as exportações venezuelanas.
No Brasil, dólar ficou praticamente estável, com variação de 0,06% para cima, em R$ 5,389, enquanto a bolsa avançou 0,69%, para quase 163 mil pontos. Parte da melhora do humor vem do alívio relativo com o recuo do Tribunal de Contas da União (TCU) na ofensiva contra a liquidação do banco Master.
Nesta quinta-feira (8), surgiram informações de que a inversão do dia anterior, atribuída à realização de lucros, tenha sido influenciada por temor de investidores estrangeiros com a institucionalidade no Brasil.




