
Embalado pela chance de negociação do tarifaço de 50% com Donald Trump e na expectativa de corte do juro nos Estados Unidos e acordo com a China, o dólar desceu mais um pouquinho nesta terça-feira (28). Com variação para baixo de 0,18%, fechou em R$ 5,36. A bolsa superou outro recorde com avanço de 0,3% para 147,4 mil pontos.
Na quarta-feira (29), há reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), com expectativa de redução na taxa básica. Mesmo com a falta de dados causada pelo shutdown (paralisação de serviços federais, inclusive de estatísticas), a aposta dominante é de nova redução cautelosa de 0,25 ponto percentual, chegando ao intervalo de 3,75% a 4%.
Para o dia seguinte, a quinta-feira (30), está prevista a reunião entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jiping. A expectativa também é de acordo. A preparação pública de Trump para esse encontro em que o principal assunto é o fornecimento de terras raras foi fazer acordo com esse objetivo com vários outros países, como com o Japão, fechado nesta terça-feira (28).
Na Argentina, depois da euforia do dia anterior, nesta terça-feira a moeda americana voltou a subir. O dólar no varejo (oficial) fechou a menos de 1% do teto da banda cambial, conforme a imprensa argentina por força de um vencimento na data.
A cotação no atacado (referência do mercado) foi para 1.470, quando a expectativa era de que seguisse caindo para perto de 1,3 mil. No mercado de capitais, o entusiasmo ainda se mantém, com altas de até 10% nos papéis negociados em Nova York que representam ações de empresas argentinas (ADRs).





