
Foi uma semana inteira de quebra de recordes na bolsa de valores. Nesta sexta-feira (31), enquanto o dólar mal se mexeu (-0,01%), ficando em R$ 5,38, uma nova alta de 0,4% levou o Ibovespa a novo patamar, de 149,4 mil pontos.
É bom lembrar, como a coluna alertou na sucessão anterior de marcos históricos, que são máximas nominais, sem correção. Embora o Ibovespa, principal índice do mercado de ações, seja medido em pontos, está relacionado aos preços das ações negociadas em bolsa, por isso cabe atualização.
Para alcançar um recorde real, ou seja, valores corrigidos, seria preciso chegar a cerca de 192 mil pontos, nível alcançado em 2008. Era a era da chamada "exuberância irracional" dos mercados financeiros que levou ao estouro da bolha imobiliária.
Nestes dias, a diferença de comportamento entre a bolsa e o dólar – o habitual é que um suba e o outro desça – está influenciada pela apresentação de resultados trimestrais pelas empresas, que provocam variações nas cotações maiores do que os usuais.




