
A coluna vem registrando os números preocupantes da alta ociosidade da indústria petroquímica no Brasil e no Estado. Conforme dados da Abiquim, associação nacional do setor, o nível médio atual, de 38%, é o maior em 30 anos.
Um dos impactos da situação é a queda na arrecadação de impostos das empresas do polo de Triunfo. Na terça-feira (5), o prefeito do município, Marcelo Essvein, vai detalhar os dados sobre a receita pública em evento.
Também será lançado um manifesto em defesa do setor, com apoio de outros prefeitos do Consórcio dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal).
Conforme a Abiquim, a taxa média de utilização, ou seja, quanto da capacidade total é usada, está em 62%, o que representa queda de três pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024.
Em Triunfo, ainda segundo dados da associação do setor, a indústria opera com cerca de 65% de uso de capacidade instalada. Além da Braskem, operam em Triunfo as indústrias do setor como Arlanxeo, Hexion, Innova, Polo e Indorama.





