
Na complexa genética da GurIA – filha da enchente, prima do ChatGPT e sobrinha do Watson X –, a inteligência artificial generativa do serviço público estadual, há um DNA especial. E veio do "tio" Watson.
Calma, que a coluna explica: conforme Rodrigo Ortiz Borges, diretor regional da IBM Brasil, a GurIA é blindada contra "peleias" com usuários. A coluna quis saber mais, e ele explicou:
— Jamais o usuário do Estado vai poder brigar com o governo por meio da GurIA, porque existe um sistema de guard-rails (proteção) e orquestração dentro da inteligência artificial da IBM.
Como assim? A GurIA foi criada já com uma camada "antiódio", possível graças a essa governança que existe na "família Watson". Segundo Borges a única no mundo com essa característica. E detalha:
— A inteligência artificial que não é governada, poderá responder da mesma forma a palavras agressivas e de baixo calão. Se alguém incitar o ódio e a violência, pode criar um viés, mas adotamos um mecanismo para que não haja discussão e nenhum problema derivado para o governo do Estado ou para o cidadão. Hoje no mercado quem fala com primazia de governança de IA e orquestração de IA segura, sem viés, sem nenhum tipo de variação, é a IBM.
Conforme Borges, a IBM tem "parceria de muitos anos" com o governo do Estado. A empresa dá suporte para a Procergs e um dos contratos é para o uso do Watson X.
— Há seis, sete meses atrás, quando o governo do Estado recebeu os desafios para a GurIA e para a criação da inteligência artificial, nos chamaram para conversar sobre as possibilidades.





