
O projeto, claro, é para o futuro próximo, mas foi em plena pandemia que ocorreu a confirmação de um hotel da grife W em Gramado. Mais do que um investimento, é uma espécie de chancela para o destino.
A rede se caracteriza por "oferecer ao seu convidado uma vida de luxo". Criada há duas décadas,ajudou a redefinir o segmento. Tem 50 unidades em destinos turísticos cobiçados, de Nova York a Palm Jumeirah, a ilha artificial de Dubai em forma de palmeira. O valor do investimento não foi informado.
O negócio foi antecipado à coluna pela Marriot, dona do Sheraton Porto Alegre, que prevê abertura do W Gramado em 2023 . Conforme a gigante hoteleira, foi assinado um contrato com a KJP Participações para construir a segunda unidade da grife no Brasil e quarta no sul da América Latina na Vila Suíça (foto), ponto mais alto da cidade, conhecido por vistas excepcionais para o vale e a serra. De São Paulo, a KJP atua com a Kara José, para incorporação, e Construgar, para construção.
O W Gramado terá 80 quartos. Será um edifício de quatro andares, mas tendo um W como assinatura, não deve se esperar nada óbvio. O que a Marriot adianta é apenas que terá "arquitetura sustentável" e será "integrado à vegetação nativa do Parque das Orquídeas", vizinho da área. Também haverá Residências W, formando um conjunto de pequenas construções a curta distância do hotel.
Em nota, o chefe do escritório de desenvolvimento da Marriot International no Caribe e na América Latina, Laurent de Kousemaeker, afirma que ter um hotel vanguardista como o W no Rio Grande do Sul é excepcional, pois é um destino pronto para o design arrojado da marca. Também em nota, George Brody, que representa os proprietários da Vila Suíça, observa que "o W Gramado ajudará a colocar o destino no mapa como um local de luxo sustentável".
Leia mais colunas de Marta Sfredo





