
O Grêmio normalizou perder. Contra o Atlético-MG sequer entrou na área adversária durante todo o primeiro tempo.
Antes mesmo de jogar, o sentimento do gremista é de derrota quando o time atua fora de casa. O aval dado ao treinador preocupa, diante de repetidos erros e sem qualquer perspectiva de melhora.
A escalação de Luís Castro outra vez foi equivocada. Apostou na trinca de volantes que não consegue jogar. Depois, não conseguiu sair da obviedade ao trocar Pavon por Tetê.
Não há nada de novo no Grêmio. Nem mesmo nos momentos em que o time não consegue jogar. O técnico não abre mão das ideias, não inova, não arrisca.
Pior do que isso são as manifestações dos dirigentes.
No domingo (16) foi a vez do executivo Paulo Pelaipe. O discurso agora é de contenção de gastos, mas antes a prática adotada foi diferente. Milhões foram gastos em jogadores que pouca acrescentaram, como Enamorado, Tetê, Nardoni e Léo Pérez. A folha salarial baixou, numa clara correção de erros anteriores.
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