
Todos os nomes possíveis já foram testados no meio campo do Grêmio e ninguém consegue jogar bem. O setor é uma ilha deserta. Nada acontece por ali.
Começa pelos burocráticos passes de Arthur e termina com a sonolência de Monsalve. Mas poderia falar de Nardoni, Tetê e de qualquer outro que já atuou por ali. Se o time rende pouco, claro que a responsabilidade precisa ser do técnico. Mas há um problema maior.
A insistência de Luís Castro no falido esquema 4-3-3. Se o meio campo é pobre e apenas Amuzu consegue dar boa resposta pelos lados, está mais do que na hora de experimentar um time diferente. Um quarto meio campista para a saída de Enamorado e Tetê.
O Grêmio está longe de ter um time para brigar por títulos. Mas não há dúvidas de que deveria jogar mais e a conta precisa ser do treinador.
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