
A reformulação e o planejamento do Inter para 2026 precisam começar pelo comando de futebol do clube. Falo especificamente do vice-presidente, que comanda a pasta.
Aqui, por óbvio, não faço relação apenas ao nome de José Olavo Bisol, quem é quem ocupa o cargo. Poderia falar do enorme desgaste do dirigente junto ao torcedor, mas prefiro me deter a um cargo cuja função me parece já ultrapassada.
Estatuto
Ja abordei esse assunto outras vezes por aqui. Se o estatuto do clube prevê que ele seja ocupado por dirigentes políticos, indicados pelo presidente e sem remuneração, é hora de mudar.
É preciso alterar o organograma. O vice-presidente de futebol deixa de existir, e o comando do setor passa a ser exercido por um diretor. Alguém com salário e com experiência e o nome de Abel Braga, inevitavelmente, vira o favorito. Abaixo dele o Inter teria ainda D’Alessandro e a comissão técnica.
Um clube de futebol dessa grandeza precisa de mais profissionais de mercado, de executivos com experiência para gerir o clube. No futebol não é diferente. Ele precisa ser comandado por alguém que seja da área.
Me parece o fim da figura do dirigente político à frente da pasta.



