
Não havia mais como defender a sequência de Luís Castro no Grêmio. Os dirigentes demoraram muito para ter humildade e admitir que erraram na escolha.
Não deu certo. Uma mudança vai poder aliviar o ambiente. Era preciso agir para tentar salvar o clube do pior.
A água transbordou do copo. Há tempos nesse espaço aqui em GZH venho analisando que o desempenho do Tricolor era insuficiente.
Por isso, era imperioso fazer a mudança. A derrota de virada para o Vasco por 2 a 1 foi determinante. Mais um desempenho ruim de um time inconfiável e sem força.
Levando em conta a surrada grenalização da nossa terra, eram as vitórias sobre o Inter (no Gauchão e Copa do Brasil) que ainda sustentavam a permanência do português. Vamos combinar, que é bem pouco. De resto, era nítida a falta de uma cara de time. A equipe demonstra sérios problemas físicos em setembro. Inadmissível.
Claro, que as carências de peças do elenco são óbvias. Culpa na comanda de quem montou o elenco. Os números são implacáveis e inquestionáveis. Sem Gauchão, o Grêmio tem o fraco aproveitamento de 44% em jogos oficiais.
Felipão vai comandar a equipe contra o Botafogo no Rio de Janeiro de forma emergencial. Salvar do Z-4 é a dura tarefa do nova comissão técnica.





