
Uma conquista construída jogo a jogo. A Espanha teve o domínio total do jogo na etapa inicial. Oportunidades surgiram com Lamine Yamal, Cuccurela e Oyarzabal. Porém, não tivemos muitas chances claras de gol.
Pelo lado da Argentina, a bola quase não chegou a Messi. Isso dificultou demais aos argentinos levar perigo a meta de Unai Simón. Em resumo, os primeiros 45 minutos tiveram pouca emoção no MetLife em Nova Jersey. É possível dizer que o placar fechado foi o retrato fiel do que foi produzido pelas duas equipes.
O intervalo, apesar de passar do tempo previsto, teve as presenças de Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, ao lado de Madonna, mais participações de Justin Bieber, Shakira com Burna Boy e Chris Martin, voz do Coldplay. No final, Pelé apareceu no telão falando a palavra “love”, mensagem final com uma série de crianças no gramado.
No segundo tempo, a posse de bola começou com a Espanha enredando a Argentina. Era clara a impressão de que o gol espanhol poderia sair a qualquer momento. A pressão foi constante. Domínio absoluto. Faltou o fazedor de gol. Dibu Martínez trabalhou bastante.
Personagem da final. Já o time de Lionel Scaloni pouco conseguiu construir. Parecia jogar por apenas uma bola. Não teve conclusões. Optou pelo jogo de resistência. Messi ficou desaparecido da partida. Quase não tocou na bola. Enzo Fernández fez uma falta violenta e acabou expulso ainda no tempo regulamentar.
Mas a resistência argentina durou até o início do segundo tempo da prorrogação com o gol de Ferran Torres. Título justíssimo da Espanha, que foi a única equipe que batalhou para ficar com a taça. Depois de 2010, quando Iniesta de fez o gol do título no tempo extra, os espanhóis conquistaram o bicampeonato.
La Furia manda no futebol mundial!
Quer mais notícias e vídeos da dupla Gre-Nal, de futebol pelo mundo e de outras modalidades? Siga @EsportesGZH no Instagram e no TikTok📲



