
Carlo Ancelotti iniciou como deveria o novo ciclo. A Seleção Brasileira que ele começa a moldar para 2030 tem muitos jovens e menos figuras carimbadas.
A renovação era necessária e está no tempo certo. Uma única ressalva que faço está em Hugo Souza, como principal goleiro, pelo tempo de rodagem. Morisco e Otávio têm grande potencial para estar no ciclo inteiro.
Mauro Júnior é um nome interessante, diante da carência nas laterais. É preciso encontrar alternativas mesmo. Kaiki, ex-Cruzeiro e no Como, atualmente, poderia estar também, mas a renovação exige também alguns adultos para cuidarem das crianças, e Douglas Santos parece estar nesta cota, assim como Marquinhos e Gabriel Magalhães.
Embora esteja jogando em linha de três no Nottingham, Jair Cunha, zagueiro top de linha, e Arthur Dias, 19 anos, são bons nomes para defesa.
Ancelotti buscou nomes locais, pelo fato de a Europa recém começar a acelerar. Bontempo e Bidon aproveitaram essa brecha e ganharam chance de ouro. São dois meio-campistas com alto potencial.
No ataque, temos nomes de sobra e, ao que tudo indica, estamos prestes a iniciar a Era Estêvão na Seleção. Mesmo que Xabi Alonso insista em mendigar minutos para ele no Chelsea.
Em resumo, gostei deste primeiro Brasil de 2030. É preciso ter um começo, e ele será com alguma ousadia de Ancelotti.




