
O Grêmio está pedindo pelo Z-4. Mais uma vez, decepcionou, perdeu em casa, onde fez 24 dos seus 28 pontos, e deixou Luís Castro caminhando em gelo fino.
O trabalho do português voltou a ser questionado nos patamares pré-Gre-Nais da Copa do Brasil. As duas derrotas em confrontos diretos na luta contra o rebaixamento, para Vitória e Vasco, e a tabela duríssima que terá nas próximas cinco rodadas colocam a direção emparedada.
Ou aposta mais uma vez no projeto estabelecido lá em janeiro, com Castro, ou cede e repete o looping no qual vem vivendo o clube há uma década — em que alterna apostas em técnicos com a volta de Renato.
O ponto é que o trabalho atual segue sem decolar e faz com que o clube esteja magnetizado pelo Z-4. Castro aposta em um time reativo e que joga menos com a bola, numa combinação de eficiência ofensiva com solidez defensiva.
Só que faltam tanto eficiência na frente quanto segurança atrás. Não fossem Weverton e Carlos Vinícius, o Grêmio estaria, neste momento, afundado na zona de rebaixamento. Entre os dois há um time que não se conecta e joga um futebol pontuado por precariedades.
Tudo isso faz com que Castro esteja ameaçado no cargo, e o Grêmio, no campeonato.
📩 Receba as principais notícias do Grêmio direto no seu e-mail. Clique aqui e inscreva-se na newsletter do Tricolor.



