
Paulo Pezzolano se vira como pode neste Inter de alternativas escassas. O modelo usado contra Palmeiras, Flamengo e Corinthians, os jogos pós-Copa em que se mostrou mais robusto, deve ser repetido.
O jogo parece de desenhar para isso, com a linha de cinco defensiva, três jogadores no meio e Carbonero e Bernabei pelos lados. Alan Patrick seria esse híbrido de meia e atacante central.
No Beira-Rio, a ideia de Vitinho como centroavante se deu pela linha de cinco adotada por Luís Castro. Contra o Atlético-MG, que adotou o mesmo formato na defesa, houve falta de profundidade sem um nove.
A tendência é de que o Grêmio jogue mais projetado, com dois zagueiros. O que cria um cenário para o Inter resgatar da gaveta seu modelo que mais funcionou nas últimas semanas.
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