
O Grêmio retomou o Brasileirão empolgado com a classificação na Copa do Brasil e a vitória acachapante no Gre-Nal. Retomou sendo fiel ao que vinha fazendo no Brasileirão: ou seja, jogou muito pouco. Foi como se fosse outro time, com outra energia.
É preciso levar em conta que o confronto na Copa do Brasil, embora tenha sido em clássico, foi contra um adversário que, neste momento, joga um futebol dos piores da Série A, se não o pior. Só que este Vitória não está muito diferente disso.
É um time esforçado e que, mesmo com nove desfalques, fez valer essa energia. Ganhou no volume, na disposição, na bola jogada para a área. O Grêmio, por sua vez, manteve rotina de um time que parece minguar seu pouco futebol quando está longe da Arena.
Tetê, mais uma vez, foi uma figura sem qualquer luz. O meio sucumbiu e marcou pouco. Há queda física nítida sempre na segunda parte. A soma de tudo isso fez o Grêmio colocar o pé de vez na luta contra o rebaixamento. Serão três jogos, Vasco, Botafogo e Palmeiras, até a parada da data Fifa. E eles são fundamentais.
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