
Foi um jogo ruim, de dois times ruins. Um Gre-Nal que irritou em alguns momentos pelas dificuldades técnicas das duas equipes.
O 0 a 0 era um resultado óbvio, porque não são de graça a luta de Grêmio e Inter contra o rebaixamento, a baixa produção ofensiva e a quase incapacidade de produzir com a bola nos pés. Ficou tudo para a Arena, na quinta-feira (3) da próxima semana.
Numa régua tão baixa, podemos dizer que a do Grêmio foi um pouquinho mais alta no Beira-Rio. Teve um bom começo e foi quem criou uma ou outra situação. Vai para o jogo de volta com a vantagem de jogar em casa e com esse sentimento de que criou algumas situações.
Saiu no intervalo reclamando um cartão vermelho que Carlos Vinícius deveria ter recebido. O Inter montou um time surpreendente, com Calebe de ala e Paulinho no meio, para competir. Foi o que fez.
Quando lançou mão de Bruno Henrique, Alan Patrick e estreou Sanabria no segundo tempo, esteve mais presente no ataque.
Carbonero perdeu a melhor (única) chance, mas nada além disso, mesmo que tenha pressionado no final. Porém, sem contundência. Aliás, algo que faltou a ambos em um clássico duro de ver.
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